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Jun 12
Viver e Saber

O uso do alho e de seus primos da família Allium, como a cebola, o alho poró, a chalota e a cebolinha, fazem parte da história da humanidade, uma vez que registros mostram que eram consumidos tanto como alimento como medicamento.

O cultivo tem origem na Ásia Central e no Oriente médio, há 5000 anos. Se desenvolveu no Mediterrâneo, especialmente no Egito e na China, onde já era consumido há 2000 anos a.C.

 

Inscrições encontradas nas pirâmides de Quéops, segundo o historiador Heródoto de Halicarnasso(484-425 a.C) mostravam o gasto com a alimentação dos trabalhadores, com refeições a base de alho e cebola.

O alho tinha aceitação não só nas classes trabalhadores mas também junto a elite, uma vez que fazia parte dos costumes egípcios, como prova os dentes de alho encontrados entre as riquezas do tumulo de Tutancâmon(1.500 a.C.).

O alho era utilizado em 61 remédios, segundo Plínio o antigo, descrito em sua história natural. Era recomendado para tratar infecções, problemas respiratórios, problemas digestivos e falta de energia.

Foi introduzido na Europa, pelos romanos e seu uso se intensificou na idade Media, na luta contra a peste e outras doenças contagiosas, e no século XVIII e XIX , contra o escorbuto e a asma. Louis Pasteur confirmou os poderosos efeitos do alho em 1858.

Os dados disponíveis sobre o potencial anticancerígeno da família do alho sugerem que ele tem um papel importante na prevenção do câncer do sistema digestivo, especialmente o de esôfago, de estômago e de cólon, segundo o livro”Os alimentos contra o câncer”Ed.Vozes.

Quando se trata de alimentação e da prevenção de doenças, todas as informações devem ser checadas com o médico e com nutricionistas, para que eles possam orientá-lo de acordo com suas características pessoais se é recomendado ou não o seu consumo.

O que muitos já sabem é que, tanto o alho quanto a cebola conferem um sabor especial aos alimentos. Se além disso, tem propriedades que podem prevenir doenças, assa a ser um poderoso auxílio para uma vida saudável.

Cada vez mais estudos mostram que a ingestão de alimentos naturais, como legumes, verduras e frutas só fazem bem e ajudam as pessoas a ter mais energia para poderem exercer bem as suas atividades.

Muitas publicações e artigos na Internet podem complementar estas informações, bem como seu médico, que é o profissional capacitado para dizer o que convém ou não para cada pessoa.

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