20
Ago 17
Viver e Saber

Tanto empresas quanto profissionais trabalham, permanentemente, para buscar no mercado a colocação de seus produtos e serviços. Para tanto se utilizam de políticas, processos e métodos de trabalho que lhes proporcionem atingir os resultados esperados, uma das razões de suas existências.

Um dos focos, se concentra no treinamento dos colaboradores, pois o entendimento é de que pessoas com boa formação e preparadas para a ação, facilmente encantarão clientes, conseguindo atingir suas metas.

A teoria está correta, mas na prática, nem sempre acontece, porque os passos para contratação de pessoas, ainda deixam a desejar em muitas empresas, ressalvando aquelas cujos processos contemplem avaliações bem feitas, atentas a todas as características, que um profissional precisa ter para assimilar a razão da existência da empresa.

Apesar de não ser da área da saúde, percebo através da convivência com amigos médicos, a preocupação com a competitividade e a cobrança existente, principalmente nas áreas comerciais, para que o profissional atinja os resultados necessários para o crescimento da empresa.

É um direito que a empresa tem. Entretanto, sabemos que nenhuma pessoa pode produzir bem quando está com problemas de saúde, muito mais sérios, quando se trata de problemas emocionais, que muitas vezes são difíceis de identificar, a não ser por psiquiatras ou psicólogos, profissionais capacitados para tratar destes problemas.

 

Alguns destes transtornos incapacitam o profissional para trabalhar bem e produzir. Não se trata de não querer fazer ou mesmo procrastinar. Este lado emocional é preciso que seja melhor observado pelas empresas, pois em geral segundo especialistas, existem tratamentos eficazes que resolvem os problemas e devolvem a capacidade de produzir.

Estes problemas, muitas vezes, se agravam diante de diretores, gerentes ou supervisores com pouca sensibilidade para perceber , a causa da pouca produtividade do funcionário. Por isso é preciso, além da cobrança e dos planos de incentivo, uma atenção especial, a cada um dos profissionais que não atingem suas metas ou mesmo apresentam atitudes e reações diferenciadas.

Uma boa consultoria pode ajudar muito nestes casos, aconselhando a contratação de médicos, ou no caso de doenças emocionais, de psiquiatras e psicólogos, especialistas para tratarem destes assuntos.

Este artigo se propõe a fazer com que áreas de comando nas empresas, reflitam sobre isso, pois o problema pode ser resolvido e a produtividade ser eficaz, ajudando o funcionário, que ficará agradecido e retribuirá com dedicação a empresa.

É preciso rever conceitos, pois se foi o tempo em que problemas emocionais eram sinônimo de loucura. É preciso poder falar tranquilamente sobre os problemas, sem prejuízos para o funcionários, que merecem uma atenção especial. Não é vergonha ter um problema emocional, pois eles atingem qualquer pessoa.

Prof. Adelino Cruz

Consultor

Email – adelinocruz10@gmail.com

 

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