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Nov 13
Viver e Saber

Tanto na vida pessoal quanto profissional tomar decisões é uma ação diária, que exige reflexão e atitude firme e decidida, baseada em fatos e não em emoções. Nas empresas a decisão final é tomada pelo órgão máximo da estrutura, ou pelo dirigente maior.

Nas famílias as decisões eram tomadas, em geral pelo pai e referendada pela mãe, que sempre fez o papel de mediadora. Com a evolução dos tempos e a com a profissionalização da mulher e a independência antecipada dos filhos, tudo mudou. Hoje, todos tomam decisões ou participam delas, democratizando e dividindo responsabilidades. Como tudo na vida o hábito faz a prática. Para alguns, que em função de posições profissionais precisam tomar decisões diárias, desenvolver esta habilidade, torna a missão mais fácil, apesar de que toda a decisão exige conhecimento profundo do assunto que vai ser decidido e frieza para seguir o caminho adequado, mesmo que contrarie interesses.

 

 

Procrastinar não é um bom caminho para quem precisa dirigir empresas ou mesmo uma família. Muitos problemas ocorrem e muitos negócios podem ser prejudicados, pelo fato de postergar uma decisão.

Cabe aos gestores ter em mente, que decisões precipitadas, em momentos de forte instabilidade emocional, ou premidos pelo tempo, podem ocasionar prejuízos e decepções, de difícil conserto.

Por isso é fundamental que as empresas sejam organizadas e conscientes da importância de um planejamento correto, que nortearão todas as decisões a serem tomadas, em tempo hábil, evitando pressões de última hora.

São muitos os executivos que não sabem tomar decisões. Ficam temerosos em decidir porque muitas vezes o poder é centralizado em uma pessoa, dificultando o andamento de projetos e retardando o desenvolvimento da empresa.

Nas famílias também ocorre muitas inseguranças, entre casais e filhos por razões diversas. Alguns alegam que gostam de compartilhar o problema para encontrar a melhor solução. Outros porque foram criados submissos, por pais exigentes e autoritários que nunca permitiram que os filhos participassem das decisões familiares. Outros porque são inseguros e não tomam posições.

Para estes, ocupar cargos nas empresas poderá ser um problema, tanto para eles como para as equipes que dependerem de suas decisões. É comum ver o medo e a insegurança transparecer já nas entrevistas para empregos ou mesmo para recolocação de executivos. Em geral são pessoas que tem uma baixa auto estima, carga que carregam por uma infância onde a opressão foi dominante.

Por isso é importante que os pais permitam que seus filhos participem das decisões familiares e os orientem para que não sejam dependentes. É um erro criar os filhos para serem submissos aos pais a vida toda. É preciso estimular a independência e permitir que os filhos decidam sobre suas vidas, desde cedo, pois assim se tornarão donos de seus destinos.

O sucesso profissional está atrelado a criação e a orientação que os pais proporcionarem aos filhos desde pequenos, permitindo que eles errem ou acertem mas que aprendam a tomar decisões.

 

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