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Jun 13
Viver e Saber

 

O poder emana do povo e os governos são apenas representantes escolhidos para administrar os recursos, em benefício da população, prestando contas de seus atos e não se entronizando por longos anos, como se fosse uma profissão.

Os governos não deveriam ser reeleitos. Quem quer fazer faz num mandato muita coisa. Com a desculpa de que não conseguem fazer tudo o que desejam em quatro anos, fazem conchavos políticos, com grandes favores e benefícios para alguns, para se reelegerem.

Quando o desejo for apenas para beneficiar o povo e não a si próprio, quatro anos é suficiente, sim, para executar programas sérios que beneficiem o povo.As mudanças são sempre benéficas. A troca seria sempre vantajosa para o povo, desde que aprenda a escolher e não aceitar esmolas e ser comprado. O povo precisa exigir o direito de poder trabalhar e ganhar o seu sustento.

 

 

A perpetuação no poder permite o que se vê ao longo do tempo, seja de que partido for. Tornam-se imperadores, com mordomias que chocam qualquer cidadão trabalhador e honesto, que jamais terá o privilégio de viver estas fantasias, vivendo em palácios, com jatos luxuosos para viagens com proveito duvidoso, com hospedagens em hotéis suntuosos, construídos para grandes milionários proprietários das maiores empresas do mundo.

Tudo acontece em função dos altos impostos que o povo paga. Infelizmente, desde o início dos tempos é assim, quando reis e rainhas escravizavam o povo para privilegiar uma casta de desocupados, que entendiam ser uma espécie superior, que precisava ser reverenciada constantemente.

A diferença é que o sistema foi substituído, mas muitas das características ainda perduram. Poucos recebem os privilégios, sustentados pela massa trabalhadora, que sofre para pagar os alimentos, a água, a luz, o transporte, sem falar na saúde e na educação, que se tornaram um martírio para cada família, tanto da classe media quanto para os pobres, que precisam se sacrificar com o que é básico para ter o que o poder público deve proporcionar.

São muitos os motivos para se mobilizar e exigir mudanças. Neste artigo o foco recai em dois motivos, que precisam ser mudados com urgência, porque ambos constituem uma agressão a quem trabalha conforme segue:

Multas de trânsito para um motorista que dirige a 62 km de velocidade, quando está indo para o trabalho. Qualquer um sabe que esta é uma velocidade que não causa problemas para ninguém. Mas a voracidade por dinheiro fácil criou a multa que enche os cofres das prefeituras, sacrificando quem trabalha.

O foco não é defender quem anda em alta velocidade ou comete atrocidades no trânsito ou mesmo pelo desrespeito a faixa de segurança(ver artigo FAIXA DE SEGURANÇA, para que serve?) O que não justifica é multar um motorista que passa na rua a 62 km. Isto acontece diariamente.

Outro absurdo é o preço cobrado para estacionar um carro numa garagem. É um serviço que se tornou de primeira necessidade, para quem trabalha, e precisa usar o carro. Em geral, profissionais que atuam em vendas ou qualquer profissão, que utilizam, durante o dia, mais de um estacionamento, uma vez que não há lugares públicos suficientes para esta finalidade. O grande erro é incentivar a compra de carros particulares em detrimento do transporte coletivo.

Para um trabalhador, que usa dois ou três estacionamentos por dia, pagar até cinqüenta reais para estacionar um carro é um verdadeiro absurdo. Quem fiscaliza isso? Quem pode acabar com esta sangria.

Somente o povo exigindo que o País mude seu rumo e invista em sua população, oferecendo os serviços necessários, que gerem tranqüilidade, fiscalizando e fazendo cumpri as leis, conseguirá acabar com esta exploração.

Por tudo isso e muito mais é preciso mostrar aos governantes que eles precisam cuidar do povo e não se sujeitar as exigências de troca de favores de políticos para aprovarem medidas que favoreçam a população e muito menos para se perpetuar no poder.

 

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