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Abr 13
Viver e Saber

 

As recomendações dos especialistas, da saúde, são para que a população tenha uma dieta balanceada priorizando grãos, frutas, verduras e legumes. Isto está,cada dia mais difícil para as famílias de classe média e totalmente distante para as famílias de baixa renda, em função dos preços destes alimentos.

A cada dia surgem novas surpresas nos preços dos supermercados. Ao chegar nos caixas e ver o total, das poucas compras realizadas, que chegam fácil a cem reais, o espanto é geral.

 

 

Os altos preços dos horti fruti granjeiros estão pesando muito, no bolso de milhares de famílias, mesmo as de classe média, que cada vez restringem mais as compras. Para as famílias pobres, ou com pequenos salários resta, apenas, olhar para os produtos e ficar sonhando em consumi-los.

Para o governo tudo está muito bem, transmitindo a população uma imagem que não é verdadeira, uma vez que os produtos, mais recomendados para ter uma boa saúde são inacessíveis para a grande massa da população.

Resta aos mais pobres se alimentar com produtos mais pesados e gordurosos, pois estes saciam a fome por mais tempo, mas causam danos a saúde, que também passa por uma crise sem precedentes, com falta de médicos e leitos nos hospitais para tender a população.

O preço das frutas, principalmente, está fora do aceitável, demonstrando que nada está bem. O baixo crescimento do País em 2012 e a inflação, que já preocupa a população, que não sabe como ela funciona, mas sente o estrago que ela faz ao fazer as compras, intranqüiliza a todos.

Para o povo, que espera há muitos anos, viver num País desenvolvido, voltando a viver com inflação e com os aumentos de preços a todo o momento, é desanimador e frustrante, após tantas promessas que acabam não se concretizando.

Resta acreditar, que esta é uma fase que vai passar, como explicam os economistas. O conformismo, entretanto, deve dar lugar a reação popular, não comprando os produtos, forçando os especuladores a baixar os preços.

Infelizmente, muitos ganham aproveitando as oscilações na economia, subindo os preços, muito além do que deveria ser. Como exemplo, um espécie de peixe, que também é altamente recomendado, pelo bem que faz para a saúde, em uma semana, num supermercado de Porto Alegre, passou de R$ 9,60 o kg para R$14,90. O que justifica este aumento?

Mesmo o feijão, tradicional alimento da população, principalmente os mais pobres, está com preços que dificultam o consumo. Com isto a população se alimenta mal, com escassez de proteínas essenciais e sem a possibilidade de adquirir frutas, verduras e legumes, que passam a ser privilégios de alguns.

É preciso ter coerência recomendando produtos, mas controlando os preços, porque o efeito é devastador para aqueles, que são informados que precisam consumir certos alimentos, mas na hora da compra percebem que não tem o dinheiro necessário, em função dos altos preços.

Uma boa solução seria as comunidades se organizarem e fazerem hortas comunitárias, produzindo frutas, verduras e legumes, que pudessem ser cuidadas por todos e distribuídas igualitariamente, evitando os supermercados, que oferecem os produtos, mas que cobram preços inaceitáveis.

 

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