03
Mar 13
Viver e Saber

Virou moda no Brasil, uma série de atitudes inconvenientes para a imagem dos profissionais e das organizações em função do abandono de regras básicas de boa educação e de valores morais, que sempre regeram a vida em sociedade.

Isto revela o que vem acontecendo no País, onde condenados aparecem em fotos, sorridentes e ao lado das maiores autoridades, como se fossem impunes e indiferentes a um julgamento feito pelo Superior tribunal Federal, contrariando a maioria da população que repudia suas ações.

Os executivos das empresas criaram um modo próprio de se negar a falar com quem os procura, que contagiou a todos, dificultando os contatos de seus públicos externos, que encontram barreiras, intransponíveis, conforme segue:

 

1. Estão sempre em reuniões.

2. As secretárias dificultam ao máximo o contato com os executivos.

3. Sugerem falar com alguém que está longe de atender a necessidade.

4. Não respondem as solicitações, desconsiderando a pessoa que enviou.

5. Transferem compromissos agendados em cima da hora.

6. Faltam a compromissos assumidos.

7. Chegam atrasados em eventos previamente agendados.

8. Confirmam e não comparecem.

9. Se negam a ouvir oferecimento de idéias ou participações em projetos.

10. Esquecem que toda a empresa precisa do meio em que vive.

Muitas empresas criam setores de atendimento, que nem sempre atende as necessidades do mercado ou de profissionais que criam projetos para serem apresentados, mas que não encontram receptividade ou boa vontade em serem ouvidos, ou profissionais experientes e capacitados para analisar o que está sendo apresentado.

Atendem superficialmente, prometem dar uma resposta, que não chega ou demora um mês para responder, revelando total descaso com quem fez a solicitação ou com a idéia apresentada.

O pior é que o contágio atingiu os níveis hierárquicos intermediários, que também se recusam a atender e ouvir, passando para um funcionário, muitas vezes inexperientes, que não está preparado para esta tarefa vital, para a imagem da organização.

As empresas esquecem que existe no mercado profissionais com curso superior, pós graduados, com mestrado e doutorado, realizado em faculdades de Relações Públicas com elevado conceito, que estão qualificados para dar um atendimento de alta qualidade, fortalecendo a imagem, tão importante para gerar credibilidade perante o mercado.

É preciso repensar atitudes inconvenientes, que decepcionam as pessoas que procuram as empresas, que se sentem desconsideradas, por não serem ouvidas por quem desejam, por serem encaminhadas a quem não tem condições de entender o que está sendo proposto e por não receberem respostas das correspondências que encaminham.

Isto revela um abandono dos valores de respeito e consideração para com todos e o esquecimento das regras de boa educação, que manda ouvir e responder, agradecer quando recebe algo, chegar no horário em respeito a quem convidou ou marcou hora e não faltar quando confirmar presença.

É preciso refletir sobre isto e retomar o caminho do entendimento entre as pessoas, entre a empresa e seus públicos, abandonando atitudes egoístas ou arrogantes de achar que só deve atender, quando for uma pessoa de prestígio social, ou que vem recomendada por um amigo.

As pessoas assim como as empresas precisam de relacionamentos, que são importantes , tanto para o sucesso pessoal, quanto empresarial. Se negar a receber ou ouvir é no mínimo lamentável.

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