02
Fev 13
Viver e Saber

 

Freqüentemente pessoas são demitidas por diversas razões, mas nem sempre este processo se realiza de forma correta e digna, respeitando o colaborador. Em muitos casos as demissões ocorrem por situações empresariais que exigem reestruturações internas, visando redução de custos.

Outras, tantas vezes, por razões pessoais do Diretor ou gerente, que não reconhece no colaborador o potencial que precisa para atingir suas metas.Nestes casos, nem sempre o problema é do funcionário e sim do chefe, que não consegue interagir corretamente com os colaboradores.

Dez razões,que levam a demitir um funcionário, conforme segue:

 

1 – Não correspondeu ao que se esperava.

2 – Não houve afinidade com a equipe.

3 – Dificuldade em assimilar a cultura interna da organização.

4 – Inadequação para a função.

5 – Por problemas comportamentais.

6 – Por incapacidade.

7 – Por não cumprir metas.

8 – Por discordar do chefe.

9 – Por ser desagregador.

10-Por não demonstrar interesse pela empresa.

Em qualquer caso, demitir pessoas é sempre traumático e a maioria das empresas não tem uma política estabelecida para a realização desta tarefa. Gerentes despreparados e arrogantes, usam expressões pouco lisonjeiras em muitos casos, magoando aquele que está sendo demitido.

Em outros casos, anunciam demissões com muita antecedência, criando um clima de incerteza que atinge inclusive a saúde dos colaboradores gerando insegurança e mal estar entre os próprios colegas.

Isto revela um despreparo de quem dirige e permite que isso ocorra. As pessoas tem suas responsabilidades que assumem em função do trabalho e dos ganhos que usufruem.

Adquirem bens e serviços que podem ficar totalmente comprometidos diante de uma demissão, gerando intranqüilidade familiar e em muitos casos traumatizando famílias, que se veem, de uma hora para outra, privadas de tudo aquilo que adquiriram, passando a ter dificuldade para manter.

Dependendo de cada caso a recolocação no mercado, para funções mais elevadas pode levar algum tempo, que em geral acontece entre quatro e seis meses. É muito tempo para quem assumiu compromissos e precisa cumpri-los.

Apesar das indenizações contribuírem para este período de dificuldade é preciso mais. As demissões precisam ser justificadas, principalmente para os casos de executivos, que sofrem as conseqüências da perda de cargo, de prestígio e principalmente de ganhos financeiros.

A punição para demissões injustificadas precisaria ser de manutenção de um salário durante o período em que o executivo ficar desempregado. Desta forma as empresas repensariam suas decisões e não cometeriam tantas injustiças.

É preciso entender que demissões, principalmente de executivos, chefes de famílias, compromete toda a vida familiar, gerando incertezas, desavenças e em muitos caos doenças e separações de casais.

É um assunto que precisa ser repensado para evitar tantos aborrecimentos, que poderiam ser resolvidos com franqueza, verdade e afeto.

 

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