19
Nov 12
Viver e Saber

Quem atende pessoas deve ter muito cuidado com a higiene pessoal e principalmente bucal. É comum encontrar profissionais, que ao falarem fazem com que os clientes se afastem, pois é muito desagradável sentir o ar fétido que é exalado.

Por incrível que pareça, pessoas muito próximas tem dificuldade para dizer a um parente ou amigo que ele tem mau hálito. Entre casais o problema acaba interferindo na relação conjugal, afastando um do outro, ou mesmo mantendo um distanciamento que não é salutar para uma boa relação. Como é um problema que pode ser tratado é preciso que cada um tome a iniciativa de perguntar a alguém que lhe seja muito próximo, se ele tem ou não mau hálito ou halitose.

Se a resposta for afirmativa, não precisa ficar envergonhado, pois segundo a Associação brasileira de halitose, 40% da população mundial sofre com este problema. No Brasil, atinge 50 milhões de pessoas o que representa 30% da população. Segundo especialistas 90 % dos casos está relacionado a problemas na boca, fáceis de serem resolvidos, mudando hábitos de higiene conforme segue:

· Escovar os dentes ao levantar e após as refeições.

· Usar sempre fio dental, para retirar resíduos entre os dentes.

· Escovar a língua, retirando a saburra que se aloja nela.

· Usar dentifrícios que ajudam a retirar os odores.

Muitas outras ações poderão ser feitas. Para identificá-las e tratá-las procure um dentista. Ele fará todas as recomendações necessárias, após identificar o problema, que causa a halitose. Esta palavra tem origem no latim: Quer dizer ar que sai pela boca alterado.halitu = ar expirado e a terminação Osi = alteração

As pesquisas são recentes. Foi na década de 70 que surgiram avanços sobre este tema, que constrange muitas pessoas no mundo todo.

Não se deve confundir mau hálito forte, com pequenos odores que surgem quando uma pessoa passa várias horas sem se alimentar, sem beber água, ou mesmo, quando está muito aflita. Por isso é sempre saudável ingerir goles de água freqüentemente, pois além de fazer bem para o organismo, evita o ressecamento da boca, que também causam odores menores.

É triste ver como os colega comentam uns com os outros,mas não tem coragem de falar diretamente para quem sofre com este problema. Dificilmente alguém tem coragem para dizer de forma voluntária.

Como este artigo visa despertar nos profissionais, a curiosidade para saber se tem o problema ou não, é preciso que cada indivíduo busque a resposta que precisa. Não tem outro jeito a não ser perguntar.

O que recomendamos é que, identificado o problema, não esperem mais. Busquem a solução. É certo que tudo vai melhorar, inclusive suas relações pessoais e profissionais.

Quando o problema estiver identificado tome a iniciativa, sem medo ou vergonha e assuma o controle da situação procurando ajuda especializada. É melhor do que ficar sendo alvo de comentários negativos.Pense nisso e aja agora.

Comentarios (1)

RSS Comentario Feed
Parabéns pela matéria
0
Muitointeressante a abordagem.Parabéns pela matéira em nome da Associação Brasielira de Halitose.Mais detalhes sobre esse tema tão constrangedor visitem o site da ABHA.www.abha.org.br
Obrigado
Marcos Moura
Presidente da ABHA
Dr. Marcos Moura , novembro 22, 2012

Escreva seu Comentario

smaller | bigger

busy

Receber Novidades


.