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Set 11
Viver e Saber

Excesso de exigência é prejudicial a boa convivência. Diificulta as relações entre professores e alunos, que devem ser cordiais e amistosas.

 

No mercado de trabalho, ninguém será um vencedor se não tiver habilidade pessoal e capacipade para fazer e manter relacionamentos.

 

Como em todas as categorias existem os profissionais que assimilam sua missão e a cumprem com perfeição. Muitos outros demonstram insatisfação com a profissão que escolheram, que se reflete nas atitudes que tomam . Os alunos percebem e reagem, comprometendo o bom rendimento escolar.

Estes professores prejudicam a escola e os alunos. A escola porque pode perder um aluno em função das constantes reclamações que ele leva para os pais. Os alunos porque não assimilam os conteúdos e passam a sentir uma revolta contra aqueles que não lhe dão atenção. O resultado é prejudicial a todos e muitos alunos vão mal nas avaliações.

A escola por sua vez aceita e muitas vezes apóia este tipo de professor. Ela induz através de suas determinações que eles apliquem provas difíceis, longas e cansativas, atitude totalmente punitiva. Como os alunos vão gostar de estudar nestas condições?

É preciso repensar urgentemente a escola. É necessário uma reciclagem para os professores, que ainda estão no passado, no tempo das palmatórias.

O mundo mudou e os jovens já não são mais pacatos como antigamente, quando aceitavam tudo sem questionar. Hoje eles são atuantes, tem personalidade própria, definida desde muito cedo. Através da tecnologia eles tem informações precisas e atualizadas.

Como querer que um aluno aceite passivamente um professor que não sabe se relacionar, que tem pouca paciência e tolerância e além de tudo complica na hora de fazer uma avaliação?

Nestas condições é difícil a grande maioria dos alunos gostar de ir para a escola. Tanta violência também está ligada a isso. Eles só encontram autoritarismo. Há pouco diálogo e muita cobrança. Parece que esqueceram que estão lidando com jovens e crianças, que pela pouca idade precisam aprender mas precisam mais de atenção e compreensão, principalmente com suas dificuldades.

A mente humana rejeita tantas exigências , pois ela funciona melhor com atitudes e emoções positivas. Compreensão, amizade, convívio agradável é o ambiente que deve reinar nas escolas. É preciso criar um clima agradável para adquirir conhecimento. É preciso introduzir tecnologia nas escolas para tornar o ensino menos cansativo e mais atraente.

Apesar das escolas continuarem insistindo com avaliações que exigem muita memorização, pesquisas desenvolvidas pela Universidade de Saarland na Alemanaha, segundo notícia do New York times comprovam que a memorização só se desenvolve por completo na fase adulta. A s crianças possuem memória, mas o desenvolvimento da capacidade de recordar a origem das informações é mais lento. Um novo estudo revela que essa capacidade se expande durante a adolecência e o desenvolvimento pleno ocorre apenas na fase adulta.

As escolas precisam estar atentas as pesquisas que mostram novos caminhos. A escola do futuro precisa ser diferente, respeitando o desenvolvimento biológico e mental dos jovens, para estimular o conhecimento e as boas relações num ambiente totalmente favorável.

Comentarios (6)

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Artigo que piora ainda mais a situação educacional do país.
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Gostaria demais que as pessoas, apesar de toda a liberdade de expressão que lhe é direito, ponderassem antes de fazer artigos para que os professores sejam ainda menos exigentes do que já são. Está faltando exigência, principalmente no Ensino Superior. Um professor exigente não precisa deixar de ser acolhedor. Mas o papel do aluno é suar também, para fazer a sua parte. Professor não é palhaço de circo nem programa de entretenimento e aulas podem ser agradáveis, mas são momentos de trabalho e não de fruição.
Professora exigente , maio 19, 2015
Professes exigentes são os melhores e são raros
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Os melhores professores que tive eram exigentes, alguns muito exigentes. Aprendi muito.
Selma Marques , julho 13, 2015
Ser exigente não significa ser autocrático
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Não consigo entender como alguém tem coragem de publicar um texto tão cheio de achismos e com uma lógica cheia de falácias!
O texto trata o professor exigente como aquele que é ultrapassado e autocrático.
Para começar é necessário deixar claro de que professor está sendo tratado no texto: um professor que não aceita a opinião dos seus alunos, que monopoliza o conhecimento, que está pautado em avaliações mnemônicas e sem significado, que faz da sua atuação uma intimidação do potencial do aluno. Nada disso tem a ver com ser exigente.
Podemos ser exigentes com a produção intelectual do aluno, forçando-o a pensar e a questionar sua realidade. Exigindo que ele seja o ator principal da aprendizagem e que faça tudo dando o seu melhor.
Não precisamos compará-lo com outros para ser exigente, comparamos com ele mesmo e com o seu potencial produtivo. O desenvolver desse potencial é ser exigente.
Aulas podem ser agradáveis e exigentes, sem a necessidade de broncas, mas cobrando 100% de atenção, favorecendo a atenção, total dedicação, envolvendo o aluno na construção, fazendo com que ele esteja pleno na aula, fazendo-o participar da mesma.
Não se trata de usar ou não tecnologias, elas são ferramentas, não estão ligadas ao nível de exigência adotado.
Temos que ser exigentes sempre, para que nossos alunos tenham um parâmetro de qualidade esperado em que se basear para fazer as suas autoavaliações e que possam saber o que o mundo espera deles.
Sinto muito por ler uma publicação destas em um site que tem como premissa, cursos, consultoria e palestras! Chego a duvidar da qualidade das mesmas!
Um abraço,
Luciano Rudnik , julho 17, 2015
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concordo em partes com o texto, ser exigente demais é ruim sim para os alunos, mas também o professor não pode ser bonzinho demais, e provas complicadas são ruims, dificiesi pode atpé fazer mas contanto que tenham ensinando durante as aulas o conteúdo e tenham feito exercícios não iguais mas com a mesma quantidade.

e não o acho achismo acho que foi feito o texto com base em estudos, e quem não gostou aí tenho quase certeza que são professores, e professores que não estão preparados para ser professores nos dias de hoje, portanto peçam demissão se forem corajosos
gus , fevereiro 12, 2016
Discordo e apoio os professores que defendem a exigência
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A pessoa que colocou o comentário do ensino superior brasileiro merece meu aplauso. O que a gente vê hoje são professores de faculdades de esquina sendo obrigados a serem "flexíveis" com alunos analfabetos, frescos, imaturos, mimados, cheios de vontades, apelativos e violentos. Exigência é prioridade para que o país saia dessa sujeira do ensino superior particular. Honro essas pessoas que comentaram em desfavor desse texto. Chega de vender diplomas.
Marilena Carlis Doge Silva , março 09, 2016
Concordo com o argumento
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O texto é claro, a pessoa que o escreveu apenas esqueceu de pontuar que MUITOS professores confundem suas exigências com autoritarismo. Sempre optei por professores exigentes em minha vida acadêmica, porém esses profissionais eram acolhedores, pois realizavam trocas de experiências com os alunos. Lógico que não podemos ou devemos generalizar, mas isso é algo real e não devemos ignorar a existência de profissionais que agem desse modo.
Rubens Ramalho Leal , setembro 12, 2016

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