10
Set 11
Viver e Saber

Inglês, Francês, Espanhol são línguas que todo o profissional precisa saber para poder enfrentar com segurança o mundo globalizado.Com o crescimento da China, o Mandarim passou a fazer parte deste clube seleto.

Qualquer pai ou mãe, que matricula seu filho numa escola, recebe a informação de que seu filho aprenderá uma língua estrangeira, em geral o Inglês. Com o passar do tempo a realidade mostra que se o aluno não for estudar numa escola especializada no ensino da língua ele não conseguirá passar de ano.

 

Isto é uma incoerência, pois os pais pagam a escola para preparar seus filhos para o futuro, incluindo um idioma. Se é necessário fazer novo investimento em escolas especializadas é porque a escola não está atendendo a necessidade do aluno e também está mascarando um ensino, que na verdade, não consegue passar o que realmente ele precisa para falar um novo idioma.

As escolas precisam se dar conta de que a indústria do professor particular nada mais é do que uma deficiência apresentada por ela que não consegue cumprir o que ela mesma determinou em seu currículo. É claro que isto não ocorre somente no ensino de línguas. Principalmente na matemática e no português ocorre a mesma coisa.

Este problema precisa ser corrigido. Os pais fazem investimentos em educação duplamente. Pagam a escola e precisam pagar um professor particular, que fará o complemento para os alunos daquilo que a escola e os professores não conseguiram ensinar, mas que irão cobrar numa prova. Isto precisa ser resolvido pela escola.

Tudo isso porque há uma preocupação exagera com avaliações. A preocupação não é saber se o aluno sabe o que realmente está sendo transmitido. Isto é dado sem um controle de qualidade e sem avaliação do professor pelos alunos. Se ele não aprendeu o problema é dele, porque na prova ele terá que se virar sozinho.

É claro que existem as exceções. Para muitos professores, que só estão preocupados em repassar um conteúdo e ir embora, ver o aluno ir mal numa prova não significa nada. O problema não é dele. É um engano lamentável. O problema é do professor sim, que não conseguiu se fazer entender e ter certeza de que o aluno aprendeu.

O professor precisa atingir a mente e o coração dos alunos. Para isso ele precisa ter uma postura de aproximação e conhecimento do aluno, entendendo as suas dificuldades e ajudando-o a superá-las.

Cito uma frese de uma grande mestra do passado que dizia que o professor que dá aula para os mais inteligentes e capacitados, esquecendo os que tem dificuldade, não é professor, pois a missão dele é exatamente entender a dificuldade e resolvê-la.

Por isso é necessário que as escolas e os professores assumam o compromisso de preparar os futuros profissionais para o mercado, com as qualificações necessárias. Uma delas é o domínio de línguas estrangeiras, pois o mundo globalizado está totalmente interligado e exige profissionais com esta habilidade. Não mais se justifica um aluno ficar, em media, onze anos numa escola e sair de lá sem dominar um idioma além do português.

É preciso uma nova atitude por parte das escolas, estabelecendo um plano de treinamento permanente para os professores, preparando-os para os novos desafios que estão chegando a cada momento.

As escolas precisam identificar as necessidades do mercado e preparar os alunos para os desafios futuros.

No site www.viveresaber.com.br as escolas podem solicitar gratuitamente uma palestra em suas dependências para os professores e eles podem se inscrever para o curso PROFESSOR DO FUTURO.

Comentarios (0)

RSS Comentario Feed

Escreva seu Comentario

smaller | bigger

busy

Receber Novidades


.